PALESTINIAN-ISRAEL-CONFLICT-FIRE

Israeli Terrorists Burned a Palestinian Toddler Israeli terror is an ongoing process due to lack of action by the International community

PRESS RELEASE
Issued by the Diplomatic Mission of Palestine in Portugal

31-07-2015
A year after the Palestinian child “Mohammad Abu Khdaeir” (14 years) was burned alive to death at the Hands of Israeli terrorists, the world has this morning, realized another similar brutal attack against another Palestinian toddler (18 months), at the hands of the same terrorists, by targeting a Palestinian home in an arson attack.
The PLO holds the Israeli government “fully responsible” for the death of the toddler in the arson attack carried out today Friday by suspected Israeli settlers in the occupied West Bank.
“We hold the Israeli government fully responsible for the brutal assassination of the toddler Ali Saad Dawabsha,” PLO official Saeb Erekat said in a statement. “This is a direct consequence of decades of impunity given by the Israeli government to settler terrorism.”
“We cannot separate the barbaric attack that took place in Duma last night from the recent settlement approvals by the Israeli government, a government which represents an Israeli national coalition for settlements and Apartheid,” he added. The senior PLO official said Israel had “paved the road” for the brutal attack by creating a culture of hate and impunity. Since 2004, over 11,000 settler attacks have taken place against Palestinian homes, cars, churches, mosques, trees and others with full impunity, the statement said.
Presidential spokesman Nabil Abu Rudeineh also condemned the toddler’s killing, saying the attack would not have happened if the Israeli government did not insist on protecting settlers and expanding illegal settlements.
Israeli settlers smashed the windows of two homes in the Palestinian village of Duma near Nablus before throwing flammable liquids and Molotov cocktails inside.
Ali Saad Dawabsha, one-and-a-half years old, was trapped inside the house and died shortly after sustaining serious burns, said Ghassan Daghlas, a local official who monitors settlement activity in the northern West Bank.
His mother and father, Riham and Saad, and their son Ahmad, four, also sustained serious burns and were evacuated to a nearby hospital, Daghlas said, adding that their home was left completely burned.
The Israeli settlers from nearby settlements also attacked and partially burned the home belonging to Maamoon Rashid Dawabsha, spraying racist graffiti in Hebrew across both homes.
Over 500,000 Israelis live in Jewish-only settlements across occupied East Jerusalem and the West Bank in violation of international law, with recent announcements of settlement expansion provoking condemnation from the international community.
We believe that it is the International community´s silence and the Israeli government protection of its terrorist settlers which encouraged the latter to act inhumanely against the Palestinians in the occupied Palestine.
We the Palestinians appeal to the International community including the EU to transform their words of condemnation to deeds, hopefully serious enough to end this only remained occupation on the face of our globe, the Israeli occupation of the State of Palestine.

Terroristas israelitas queimam um bebé palestiniano
O Terror israelita é um processo contínuo devido à falta de ação por parte da Comunidade Internacional

Um ano após a criança palestiniana “Mohammad Abu Khdaeir” (14 anos) ter sido queimada viva, até à morte, nas mãos de terroristas israelitas, o mundo acordou, esta manhã, com outro ataque brutal semelhante contra outra criança palestiniana (18 meses), levado a cabo pelas mãos dos mesmos terroristas, num ataque incendiário contra uma casa palestiniana.
A OLP considera o governo israelita “inteiramente responsável” pela morte do bebé no ataque realizado hoje, sexta-feira, por supostos colonos israelitas na Cisjordânia ocupada.
“Consideramos o governo de Israel inteiramente responsável pelo assassinato brutal do bebé Ali Saad Dawabsha”, disse o oficial da OLP, Saeb Erekat, num comunicado.
“Esta é uma consequência directa das décadas de impunidade, dada pelo governo israelita, ao terrorismo dos colonos”.
“Não podemos separar o ataque bárbaro que teve lugar em Duma, ontem à noite, das recentes aprovações de construção de colonatos pelo governo de Israel, um governo que representa uma coalizão nacional de Israel entre os colonatos e o Apartheid”, acrescentou.
O alto funcionário da OLP disse que Israel “abriu caminho” para este ataque brutal, criando uma cultura de ódio e impunidade.
Desde 2004, houve mais de 11.000 ataques de colonos contra casas, carros, igrejas, mesquitas, árvores, palestinianos, entre outros elementos, ataques estes com impunidade total, disse o comunicado.
O porta-voz presidencial Nabil Abu Rudeineh também condenou o assassinato do bebé, dizendo que o ataque não teria acontecido se o governo israelita não insistisse em proteger os colonos e expandir os colonatos ilegais.
Colonos israelitas quebraram as janelas de duas casas na aldeia palestiniana de Duma, perto de Nablus, antes de atirarem líquidos inflamáveis e coquetéis molotov para o interior das mesmas.
Ali Saad Dawabsha, um ano e meio de idade, ficou preso dentro da casa e morreu pouco depois de sofrer queimaduras graves, disse Ghassan Daghlas, um oficial local que monitora a atividade dos colonatos no norte da Cisjordânia.
A mãe e o pai, Riham e Saad, e o seu outro filho Ahmad, de quatro anos, também sofreram queimaduras graves e foram levados para um hospital próximo, disse Daghlas, acrescentando que a casa ficou completamente queimada.
Os colonos israelitas, de um colonato próximo, também atacaram e parcialmente queimaram a casa de Maamoon Rashid Dawabsha, deixando grafitis racistas em hebraico em ambas as casas.
Mais de 500.000 israelitas vivem em colonatos exclusivamente para judeus na Jerusalém Oriental ocupada e na Cisjordânia, em violação do direito internacional, com anúncios recentes de expansão dos colonatos, provocando a condenação da Comunidade Internacional.
Nós acreditamos que são, exactamente, o silêncio absoluto da Comunidade Internacional e a proteção por parte do governo israelita dos seus colonos terroristas, os motivos que os incentivaram a agir desta forma desumana contra os palestinianos na Palestina ocupada.
Nós, os palestinianos, apelamos à Comunidade Internacional, incluindo a UE, a transformar as suas palavras de condenação em acção. Com esperança que esta seja séria o suficiente para acabar com a única ocupação que resta na face do nosso globo, a ocupação israelita do Estado da Palestina.

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